A busca por alternativas mais sustentáveis trouxe novos modelos de consumo de energia ao Brasil. Um deles se destaca por aproximar pessoas e empresas das fontes limpas: a geração distribuída. 

Diferente do modelo tradicional centralizado, nesse conceito, a produção de eletricidade acontece em vários pontos, geralmente próximos do consumidor, promovendo mais autonomia e conexão direta com a energia limpa.

A geração descentralizada transforma consumidores em protagonistas, seja instalando seus próprios sistemas ou aderindo à geração compartilhada. Esse formato ganhou relevância em residências, comércios e zonas rurais. 

O mais interessante é que não exige, necessariamente, a instalação de equipamentos no imóvel: plataformas como a ClickLivre oferecem energia limpa por assinatura, sem obras e sem investimento inicial.

Como a geração distribuída funciona no dia a dia?

O processo é simples para quem adota esse formato. Imagine um consumidor em Minas Gerais que deseja utilizar energia solar, mas sem instalar placas em sua casa. Ele pode escolher um serviço por assinatura, como o da ClickLivre, que opera dentro da área da Cemig.

O fluxo segue etapas lógicas:

  1. Geração: empresas geradoras produzem energia solar em fazendas próprias.
  2. Injeção: essa energia entra na rede da distribuidora local, a Cemig.
  3. Conversão: o volume produzido é registrado e convertido em créditos para o CPF ou CNPJ do cliente.
  4. Compensação: os créditos abatem o consumo, reduzindo o valor da fatura.
  5. Faturamento: o cliente paga as taxas mínimas para a distribuidora e o valor da energia limpa compensada diretamente para a facilitadora.
A energia é gerada em fazendas solares, entra na rede da distribuidora e vira créditos na conta do assinante.

Quais são os tipos de geração distribuída?

Existem duas modalidades principais que oferecem vantagens distintas: geração própria e geração compartilhada. Conheça.

Há ainda o autoconsumo remoto, em que a energia é produzida em um local (como uma fazenda solar rural) e os créditos são aplicados em faturas de outros endereços do mesmo titular.

Como os créditos aparecem na conta de luz?

O consumidor identifica o benefício por meio de uma linha chamada “energia compensada” ou “energia injetada”. Isso mostra quanto do consumo foi abatido pelos créditos gerados remotamente.

Nesse modelo, o cliente paga à distribuidora apenas os encargos obrigatórios e a taxa de disponibilidade. O restante, referente ao consumo de energia limpa, é pago à ClickLivre com um valor por kWh inferior à tarifa convencional. 

Além da economia, o cliente garante certificações como o Click REC, que comprova o uso de energia de baixo impacto ambiental.

A geração compartilhada abre as portas da energia limpa até mesmo para quem mora em apartamento ou não pode investir em obras.

Por que esse modelo cresceu tanto no Brasil?

A expansão da energia distribuída ocorre por motivos claros. Primeiro, pela busca coletiva por sustentabilidade, algo que já se vê refletido no comportamento de consumidores e empresas brasileiras. Segundo, por conta das tarifas cada vez mais elevadas da energia convencional – realidade que pressiona o bolso tanto de famílias quanto do comércio.

Além disso, a legislação brasileira passou a incentivar o acesso a fontes limpas, criando regras claras para o funcionamento dos créditos, permitindo o surgimento de soluções como a assinatura de energia limpa sem burocracia.

Outro ponto relevante foi a chegada de plataformas que facilitam o processo. Utilizando fazendas solares próprias, como faz a ClickLivre, essas empresas simplificam a adesão à energia limpa, permitem acompanhamento do uso em aplicativos e rapidez na ativação (em até 60 dias no caso do serviço citado).

Esse movimento ajuda o país na transição para um modelo energético mais responsável, amplia oportunidades de economia e ainda cria incentivos financeiros extras. O programa “Indique e Ganhe”, por exemplo, oferece benefícios em dinheiro para quem recomenda o serviço e tem a indicação aprovada.

A geração compartilhada tornou-se uma solução transparente e acessível para quem busca economia e consciência ambiental. Para residências e empresas na área da Cemig, o modelo de assinatura da ClickLivre elimina as barreiras de entrada, como o alto investimento inicial.

Pronto para transformar sua conta de luz? Simule sua economia em 1 minuto e descubra como a geração distribuída pode facilitar seu acesso à energia limpa. Se tiver dúvidas, fale com um especialista e entenda como começar a economizar agora mesmo.

FAQ – Perguntas frequentes sobre geração distribuída

Geração distribuída é a mesma coisa que energia solar?

Geração distribuída é um modelo, e a energia solar é uma das fontes mais utilizadas dentro dele. Outras fontes são possíveis, como biogás e pequenas centrais hidrelétricas, mas no Brasil, a energia fotovoltaica lidera por sua facilidade de implantação, economia e baixo impacto ambiental.

Precisa instalar placas para participar?

Não. Com modelos como a geração compartilhada e assinatura de energia limpa, como a oferecida pela ClickLivre, não há necessidade de investir em placas ou obras. O consumidor recebe créditos de energia produzida em fazendas solares e aplica à sua conta, aproveitando a economia sem estruturas físicas no imóvel.

Como funciona a compensação de energia nesse modelo?

A energia gerada (em casa ou em fazenda solar) é registrada e convertida em créditos pela distribuidora de energia da região. Esses créditos abatem o consumo registrado no relógio do cliente e aparecem como desconto na fatura, compensando parte ou todo o uso no mês, dependendo do volume de geração.

Quem mora em apartamento pode participar da geração distribuída?

Sim. Quem mora em apartamento pode aderir à geração compartilhada de energia solar, já que não precisa instalar placas no prédio ou na própria unidade. Tudo é feito por meio de créditos vinculados ao CPF, tornando o processo possível para qualquer perfil de imóvel.

A geração distribuída depende da Cemig?

Para consumidores da área de concessão da Cemig, toda a compensação dos créditos de energia é intermediada por essa distribuidora. As fazendas solares ou sistemas próprios injetam a energia na rede da Cemig, que registra, compensa e inclui os créditos na fatura do consumidor final.

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